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Diário de Bollywood - Curiosidades e Segredos da Maior Indústria de Cinema do Mundo 
Franthiesco Ballerini
Summus Editorial
127 páginas
A obra aborda as principais características do cinema indiano, conhecido mundialmente como Bollywood, mostrando por que ele é o maior produtor de filmes do mundo. Reflete com olhar crítico os pontos fortes desta indústria, suas dificuldades e o momento de transição inédito pelo qual passa. Recheado de fatos curiosos, entrevistas exclusivas e fotografias, o livro faz ainda um paralelo entre o cinema indiano com o de Hollywood e da América Latina. Revela segredos e curiosidades de Bollywood, explicando o esquema de produção e citando os grandes filmes. Ressalta também o papel fundamental da música nas produções indianas e mostra como os atores destes filmes acabam se transformando em lendas vivas.
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Incentivos Fiscais Para a Produção e a Co-Produção Audiovisual na Ibero-América, Canadá e Estados Unidos 
Coordenação de Steve Solot
LATC/EGEDA
298 páginas
O livro apresenta informações atualizadas sobre incentivos fiscais e subsídios para a produção cinematográfica e televisiva - previstos nas normas para o comércio internacional da Organização Mundial do Comércio (OMC) - em países da América Latina, Espanha, Portugal, Estados Unidos e Canadá. Aborda também a legislação cinematográfica de cada país, além de tratados de co-produção. Cada capítulo foi preparado no idioma original de seus autores (português/inglês/espanhol), todos especialistas jurídicos e técnicos conceituados em seus países. Entre os tópicos abordados estão: a indústria cinematográfica argentina, mecanismos de financiamento ao audiovisual no Brasil, incentivos à produção e co-produção audiovisual em Portugal e o programa Ibermedia, entre outros.
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A Tela Global - Mídias Culturais e Cinema na Era Hipermoderna 
Gilles Lipovetsky e Jean Serroy
Tradução de Paulo Neves
Sulina
326 páginas
Tela global é um conceito para explicar esta época de tantas telas (computador, televisão, celular, cinema) e de tantas imagens efêmeras. A tela grande do cinema, apesar de todos os prognósticos pessimistas, continua a atrair espectadores em pleno século 21. O hipercinema, a imagem-multiplex, a imagem-distância, o cinema global e do filme histórico ao filme memorial são alguns dos conceitos explorados neste livro, através da análise de diversos filmes.
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A Literatura Através do Cinema - Realismo, Magia e a Arte da Adaptação
Robert Stam
Tradução de Marie-Anne Kremer e Gláucia Renate Gonçalves
Editora UFMG
511 páginas
A partir da análise de adaptações fílmicas realizadas por cineastas como Resnais, Kubrick e Chabrol, entre outros, o livro aborda obras clássicas que vão desde “Dom Quixote”, de Cervantes, e “Madame Bovary”, de Flaubert, a clássicos da literatura brasileira, como “Memórias Póstumas de Brás Cubas”, de Machado de Assis, e “Macunaíma”, de Mário de Andrade. O autor aborda questões como reflexividade, paródia, realismo e magia, oferecendo um panorama histórico da literatura e do cinema.
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Direitos Autorais na Obra Cinematográfica
Ivana Có Crivelli
Letras Jurídicas
249 páginas
O direito autoral no cinema, através da análise de leis e do direito, é o foco do livro. Entre os tópicos abordados estão: a obra intelectual e a produção cinematográfica, o contrato de produção de obra audiovisual cinematográfica, a titularidade de direitos autorais no contrato de produção e a transferência de direitos autorais. Esclarece ainda as peculiaridades entre autoria, titularidade integral ou intelectual e titularidade patrimonial. Em anexo as leis 5.988/1973 (que regula os direitos autorais) e 9.610/1998 (que atualiza a legislação sobre direitos autorais).
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O Drama no Cinema dos Estados Unidos
Guido Bilharinho
Instituto Triangulino
224 páginas
Cinquenta ensaios críticos de filmes dramáticos americanos lançados desde a década de 30 até os anos 80. Entre as películas analisadas estão: “Nasce uma Estrela”, “Vinhas da Ira”, “A Felicidade Não se Compra”, “Crepúsculo dos Deuses”, “Sindicato de Ladrões”, “A Primeira Noite de um Homem” e “Ironweed”. O livro inclui ainda fichas técnicas dos filmes comentados, índices (filmes, cineastas, atores,...) e fotos em papel couchê.
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10+ do Cinema
Denerval Ferraro Jr.
Globo
224 páginas
O livro apresenta 50 listas, cada uma delas trazendo em ordem de importância os dez melhores filmes (alguns bem discutíveis) de cada categoria, segundo o autor: cães, freiras, espiões, sexo, vilões, monstros, desastres, continuações, doenças, road movies, natal, robôs, prostitutas, finais surpreendentes, mortes, sogras, perseguições, entre outras. Há ainda uma lista final com as frases mais célebres do cinema.
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O Grande Filme: Dinheiro e Poder em Hollywood
Edward Jay Epstein
Tradução de Silvana Vieira
Summus
383 páginas
O livro analisa a evolução da indústria cinematográfica americana desde os seus primórdios, descreve com detalhe os perfis dos primeiros empresários da indústria cinematográfica e trata das relações conturbadas que ajudaram a fazer a história do cinema. Mostra ainda como se produz uma obra cinematográfica, a relação entre as produtoras e os atores, e comenta a americanização da mensagem dos filmes e a falta de limites na exploração da ilusão. Retrata ainda todas as mudanças tecnológicas que sacudiram Hollywood ao longo dos últimos cem anos e a obrigaram a se adaptar: a televisão, o videocassete, o DVD, a TV a cabo e o pay-per-view.
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O Som no Cinema Brasileiro
Fernando Morais da Costa
7 Letras
262 páginas
Os estudos sobre cinema tendem a privilegiar a imagem sobre a sonoridade. "O som no cinema brasileiro" contesta o senso comum e assegura a importância do som na filmografia verde-amarela. O livro descreve as primeiras tentativas de sincronização, a partir de 1902; a importância da relação com a música, através dos filmes cantantes lançados entre 1908 e 1911; a importância do acompanhamento musical em filmes do início do século passado e a passagem para o cinema sonoro – fim da década de 20 e início da de 30. Analisa ainda o papel do som/música em diversas produções brasileiras contemporâneas e a retomada do cinema nacional na década de 90, que trouxe os gravadores digitais. Apresenta também um glossário dos aparelhos de gravação e reprodução citados no livro.
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Luz, Câmera, Gestão - a Arte do Cinema na Arte de Gerir Pessoas
Myrna Silveira Brandão
Qualitymark
221 páginas
Através dos temas abordados nos filmes citados e comentados no livro - como criatividade, poder, globalização diferenças individuais, adaptação, liderança, motivação, valores e responsabilidade , entre outros - é evidenciado como o cinema pode ser uma ferramenta para debater temas relacionados com o trabalho desenvolvido nas empresas. Entre os 60 longa-metragens e 17 curtas analisados estão "Caché", “Obrigado Por Fumar”, "O que Você Faria?", “Ninguém Pode Saber” e "Narradores de Javé".
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Fica Frio! Uma Breve História do Cool
Renzo Mora
Casa & Palavras
103 páginas
O livro resgata o sentido do cool, apresentando as suas origens e influências na arte e no entretenimento, assim como as ramificações do cool no cinema, na música e até na política. Ele narra histórias irreverentes e bem humoradas de grandes atores considerados cool: Humphrey Bogart, Marlon Brando, Paulo César Pereio, Dean Martin, Cary Grant, Elvis Presley e até mesmo o ator pornô John Holmes. Disseca um dos primeiros roteiros de Quentin Tarantino, “Amor à Queima-Roupa” para apresentar o duelo de dois representantes do cool, Dennis Hopper e Christopher Walken. Traz ainda uma lista com os 100 atores mais cool de todos os tempos.
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Técnicas de Edição para Cinema e Vídeo: História, Teoria e Prática
Ken Dancyger
Tradução de Angélica Coutinho
Campus
522 páginas
O livro apresenta uma análise sobre as práticas e os princípios artísticos e estéticos da montagem, tanto da imagem quanto do som. Também detalha a história completa da montagem e contextualiza as escolhas narrativas que o montador deve fazer baseadas na teoria, na história e na prática. Abrange tópicos fundamentais como a influência da nova tecnologia sobre a arte da montagem (edição não-linear e tecnologia digital); a questão do domínio do estilo sobre o conteúdo; a tendência do documentário como entretenimento; o tipo de montagem para cada gênero cinematográfico; as possibilidades apresentadas pelo áudio digital; a influência do documentário, das artes populares, da tevê, do teatro e da mtv na montagem; entre outros.
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